Parece mentira, mas não é. Aconteceu em 2016 e foi noticiado por diversos periódicos internacionais. Uma mulher pegou fogo após soltar gases na mesa de cirurgia na Universidade de Tokyo, Shinjuku, Japão.
Fogo na mesa de cirurgia
A mulher de cidadania japonesa tinha cerca de 30 anos de idade e seu nome não foi divulgado por questões óbvias. Ela passava por uma cirurgia a laser no colo do útero no departamento médico do estabelecimento de ensino.
Segundo a investigação, o acidente começou depois que gás foi liberado de seu intestino que reagiu com o laser causando as chamas.
Acontecimento raro
Os médicos ficaram assustados e se preocuparam em informar para as pessoas que esse tipo de coisa é muito raro de acontecer. Na época muita gente ficou com medo de passar por uma cirurgia novamente.
A mulher ficou gravemente ferida, pois, o fogo se espalhou por todos os seus membros inferiores. O laser estava bem próximo de suas áreas genitais por se tratar de uma cirurgia no colo do útero.
Uma comissão investigativa foi montada na época e foi constatado que o acidente não foi causado por má função dos equipamentos ou falhas. Segundo os relatórios oficiais quando os gases foram liberados entraram em contato com o laser causando o incêndio.
Metano
Na época foi uma surpresa saber que isso poderia acontecer já que nem toda flatulência produz metano, que é o agente combustor. Normalmente, as quantidades de metano não são suficientes para causar fogo.
O metano pode ser alto nos intestinos pela ingestão de certos alimentos ou por bactérias, mas pode diferir entre uma pessoa e outra, já que apenas 1/3 da população produz metano.
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Uma pessoa normal pode soltar gases até vinte vezes por dia e pode variar em quantidades e a dieta está diretamente relacionada. Doces e refrigerantes são mais suscetíveis a formar gases, assim como algumas verduras e legumes.
Ingerir certos tipos de fibras e cerais pode ajudar a diminuir a quantidade e diminuir o desconforto se a quantidade for muito alta, mas depende de um organismo para o outro.
Não acredita que realmente aconteceu? Leia as notícias no Washington Post, ABC News e Telegraph.