Gaijin – os caminhos da liberdade, o filme brasileiro sobre a imigração japonesa

Gaijin – os caminhos da liberdade é um filme brasileiro que se propôs a recontar parte da história da imigração japonesa no Brasil no começo do século XX.

Foi um filme de muito sucesso mas hoje parece estar mais esquecido. Entretanto, além de retratar um momento importante tanto da história do Brasil como do Japão, apresenta questões interessantes sobre como foi a integração dos japoneses no país.

Assim, se você tem curiosidade em saber mais sobre esse tema, esse filme com certeza vale a pena. Veja aqui mais algumas informações e não deixe de assisti-lo.

E, caso você já tenha assistido, não deixe de comentar o que acha sobre o filme e outras curiosidades que você sabe dele.

Gaijin – os caminhos da liberdade, o enredo

A história de fundo deste filme é a imigração japonesa no Brasil no começo do século XX. Estes, virem para trabalhar nas fazendas de café no interior do estado de São Paulo. Como se sabe, outro destino dos japoneses também veio a ser as fazendas do norte do Paraná, entretanto, esse não é o cenário do filme.

Assim, como se sabe também, no começo do século XX o Brasil já havia incentivado a imigração de italianos e espanhóis para substituir a mão de obra escrava nas fazendas. Entretanto, isso não significava que os imigrantes eram bem tratados, mas ao contrário, os traços da escravidão permaneciam nas fazendas.

Apenas alguns colonos tratavam bem os japoneses. Além disso, tinha a grande dificuldade com o idioma e também com a culinária.

Diante desse plano de fundo, o filme apresenta a história de um casal desde sua saga em sair do Japão e encarar a viagem de quase dois meses, até chegar na fazenda de café. Entre as pessoas que encontraram na fazenda, está Tonho, protagonizado por Antonio Fagundes.

Assim, desenrola-se a história na tentativa do casal de japoneses sobreviverem no novo país e de se adaptarem.


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Os prêmios recebidos por Gaijin – os caminhos da liberdade

Gaijin – os caminhos da liberdade teve direção de Tizuka Yamasaki, descendente de imigrantes japoneses. Além deste filme, também dirigiu outros, como Lua de Cristal, Xuxa Requebra, Xuxa Popstar entre outros.

O filme recebeu muitos prêmios, sendo que o de maior destaque foi no Festival de Cannes de 1980, quando recebeu o prêmio FISPRECI de menção honrosa.

Além disso, no mesmo ano também foi premiada no Festival de Gramado, nas categorias de melhor filme, melhor ator coadjuvante, melhor trilha sonora, melhor roteiro e melhor desenho de produção.

Também foi premiado no Festival de Havana, como melhor filme. Nesta mesma categoria também venceu no Festival de Nova Delhi.

Na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, recebeu o Troféu Margarida de Prata. E no Festival de Honolulu, ganhou a Menção Especial.

Assim, com todas essas merecidas premiações, não deixe de assistir essa obra prima do cinema brasileiro!

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